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Oi meus amores, tudo bem?

Hoje trago a resenha do livro Extraordinário, é uma lição de vida esta história.


Extraordinário

ExtraordinárioSinopse
 
August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca frequentou uma escola de verdade... até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.

Narrado da perspectiva de Auggie e também de seus familiares e amigos, com momentos comoventes e outros descontraídos, Extraordinário consegue captar o impacto que um menino pode causar na vida e no comportamento de todos, família, amigos e comunidade - um impacto forte, comovente e, sem dúvida nenhuma, extraordinariamente positivo, que vai tocar todo tipo de leitor.


Minha opinião

“Sabe o que eu acho? A única razão de eu não ser comum é que ninguém além de mim me enxerga dessa forma.” (Pág: 11)

Impossível não se emocionar com este livro. É uma história que desde o início você se emociona, confesso que tive que me segurar para não chorar.

O livro conta a história de August, um menino de 10 anos que nasceu com o rosto desfigurado, os médicos não sabem ao certo por que ele é assim, mas é algo genético. August já passou por diversas cirurgias, mas mesmo assim seu rosto não ficou normal.

Essa é uma história de superação, não só do August, mas da sua família, pois todos tem que conviver com isso. É uma situação bem delicada. Por causa da sua aparência, ele nunca foi para escola e heis que agora chegou o momento.

Ai gente, me partia o coração algumas partes do livro, se August pudesse ele sairia sempre na rua de máscara ou capacete. Sua aparência chama atenção e é claro na escola tudo se torna bem difícil, pois todos ficam olhando para ele, e acaba sofrendo bullying.

"Eu gostaria que todos os dias fossem Halloween. Poderíamos ficar mascarados o tempo todo. Então andaríamos por aí e conheceríamos as pessoas antes de saber como elas são sem máscara". (Pág. 80)

Algo que me chamou atenção na história, foram as aulas de inglês do August. O professor Browne a cada aula passava um preceito, e os alunos tinham que escrever algo sobre aquele preceito. Gente, os preceitos eram geniais, e me fizeram refletir muito.

"Quando tiver que escolher entre estar certo e ser gentil, escolha ser gentil". (Preceito Sr. Browne)

O livro me fez refletir muito sobre as diferenças, sobre o preconceito, pessoas deficientes e principalmente como eu ajo diante de tudo isso. O livro aborda bem os sentimentos e de como o August se sente.

O livro é ótimo, me envolvi de tal forma na história, que em certo momento eu queria conhecer o August. O livro é leve, emocionante e algo positivo são os capítulos curtos, é um livro para se ler em uma sentada.

Book Trailer



"Toda pessoa deveria ser aplaudida de pé pelo menos uma vez na vida, porque todos nós vencemos o mundo". (Apêndice)


Leitura recomendada!!


Resenha: Extraordinário*

Por as janeiro 31, 2014
Oi meus amores, tudo bem? Hoje trago a resenha do livro Extraordinário, é uma lição de vida esta história. Extraordinário ...
Olá Pessoal!!

Hoje irei indicar o livro O Homem-Concha - a casa do penhasco do autor Johnny Virgil, mais um belo livro nacional que merece toda atenção.

O Homem-Concha 


O Homem-Concha Sinopse


A obra se baseia na história de um homem adulto, que apareceu na beira da praia em uma noite de tormenta. Nas costas, ele trazia uma grande concha, na qual se escondia dos perigos do mundo exterior. Acostumado a viver solitário, tudo mudou após ser encontrado por um simpático senhor que o acolheu em seu lar, ensinando-o a falar, comer e se vestir. Com o tempo, encontrou em dois cães uma amizade incondicional, pela qual arriscou a estabilidade do seu mundo perfeito. O homem-concha é um personagem fantástico, simbólico e divertido, que enfrenta as maldades do cotidiano com sua alma pura. O primeiro volume da saga do homem-concha, intitulado A casa do penhasco, é dedicado a contar as primeiras aventuras e desvendar alguns dos mistérios que circundam a história deste personagem ficcional. 


Esse livro conta a história do homem que nasceu no mar já adulto e veio para a terra, ele tem uma enorme concha nas costas e esta em um habitat totalmente desconhecido para ele, porém, um senhor de idade avançada o encontra, isso o assusta e ele tenta fugir, mas, acaba ficando preso entre algumas rochas, no entanto é libertado pelo velho, que acaba lhe dando abrigo e se tornando mais do que amigo do homem-concha, torna-se o seu pai.

Ele é uma criança que nasceu com o corpo de um homem adulto, como criança, precisa aprender a falar, comer, se vestir e as demais coisas da vida, tudo isso o velho, com amor e paciência foi aos poucos lhe ensinando.

Com o passar do tempo encontra dois cães, Lambida e Alegria, que acaba fazendo parte do seu cotidiano, ao qual ele tem um afeto incondicional, porém eles acabam sendo responsáveis por mostrar ao homem-concha um mundo que ele não conhecia, cheio de maldades, preconceitos e descriminação.

Com uma trama leve e intrigante, o autor Johnny Virgil consegue nos envolver nessa bela história de ficção, abordando temas delicados e importantes, fazendo-nos meditar e se emocionar a cada página, O Homem-Concha - a casa do penhasco é uma aventura inesquecível.


Oi meus amores, tudo bem?

Hoje eu venho com a segunda resenha deste livro aqui no blog. Sim, eu resolvi reler ele, pois o filme estreia sexta-feira nos cinemas. A primeira vez eu o li em 2011. Se quiserem conferir a primeira resenha, vejam aqui. Mas confesso que achei um horror, eu a recém tinha começado o blog. Vamos lá.

 


A menina que roubava livros


A Menina que Roubava LivrosAutor: Markus Zusac.
Editora: Editora Intrínseca.
Ano: 2011.
Páginas: 480.
Gênero: Romance, Drama.

Sinopse

A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler.
Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.
A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto – e raro – de crítica e público.

    Minha Opinião


    Resolvi começar o ano com esta leitura, demorei para terminar de ler. Mesmo estando de férias (agora já não estou mais) preferi ler com calma, degustando e refletindo cada palavra, e olha, me emocionei mais uma vez.

    Gente, o cenário e o contexto da história é super forte e comovente, Liesel é entregue a uma família pela sua mãe que é comunista. O período da história é entre 1939 a 1943, bem na Segunda Guerra Mundial, onde Hitler está invadindo diversos países, perseguindo judeus, aí já dá para ter uma ideia.

    Liesel logo se adapta a sua nova família, e leva consigo lembranças tristes, como por exemplo a perda de seu irmão no trem. E é exatamente neste momento de tristeza, no funeral de seu irmão que ela rouba o primeiro livro, "O manual do coveiro".

    A vida de Liesel não é fácil, seus pais adotivos são pobres, sua mãe Rosa Hubermann lava roupas para o sustento e seu pai é um pintor desempregado. Logo, o pai acaba descobrindo que Liesel quer aprender a ler, e começa ensiná-la, assim começa a sua vida de leitora.

    Falando dos personagens, três me chamaram muita atenção no livro, o Rudy seu melhor amigo, a mulher do prefeito, e o Max Vanderbur, o judeu que a família esconde no porão. Gente, esses três fazem todo o sentido da história, e nos comovem muito. É difícil escolher uma parte do livro e dizer que foi a mais comovente, por que cada palavra, cada acontecimento emociona.

    Mais uma vez eu me emocionei com este livro, e mesmo sendo a segunda leitura, eu me surpreendi com o final (não me lembrava como era). É uma leitura fácil, mas forte, densa e carregada de emoção, pois o próprio contexto histórico é forte. Terminei a leitura com o livro todo marcado de post-it, e olha ele nos passa uma mensagem incrível.

    Um dos pontos culminantes do livro, é quando Liesel lê no porão para o Max, e para seus vizinhos nas horas dos bombardeios, ela os distrai. Isso me tocou muito e so me mostrou o quanto a leitura tem o poder de mudar a realidade. Penso que era por isso que Liesel tinha esta sede de leitura, com esta realidade dura e cheia de perdas, e ainda sendo pobre, sua opção era roubar os livros. E cada roubo era uma alegria, sentir a textura da capa, e lê-los era tudo.

    Muito difícil escrever sobre o que eu senti, e demonstrar para vocês tudo que contém neste livro, só me resta dizer LEIAM, quem não leu ainda não sabe o que está perdendo.

    Trailer


    E vocês já leram? Ansiosos para assistir ao filme?? Eu pretendo assistir assim que lançar!!









    Oi meus amores, tudo bem com vocês?

    Minhas férias terminaram, as festas de fim de ano passaram, o vestibular da UFRGS (uffa!!) passou também e agora só me resta esperar os resultados e rezar (torçam por mim!!)

    Para quem leu as últimas postagens do blog este ano eu não tenho metas de leituras. Ano passado eu li 80 livros. Confesso que nem todos os livros eu gostei, alguns só somaram. Por isso este ano, digamos que minha meta é não importa a quantidade de livros e sim a qualidade, pretendo não comprar livros tão cedo (já faz 2 meses que não compro nada) e quero ler os livros que tenho na minha estante. No momento estou relendo "A menina que roubava livros", comecei o ano com uma ótima leitura!

    Hoje eu venho falar de um livro que eu li no final do ano passado, e que já devia ter postado a resenha, vamos lá!

    Jogos Vorazes

    Sinopse
    Jogos Vorazes 
    Após o fim da América do Norte, uma nova nação chamada Panem surge. Formada por doze distritos, é comandada com mão de ferro pela Capital. Uma das formas com que demonstram seu poder sobre o resto do carente país é com Jogos Vorazes, uma competição anual transmitida ao vivo pela televisão, em que um garoto e uma garota de doze a dezoito anos de cada distrito são selecionados e obrigados a lutar até a morte! Para evitar que sua irmã seja a mais nova vítima do programa, Katniss se oferece para participar em seu lugar. Vinda do empobrecido distrito 12, ela sabe como sobreviver em um ambiente hostil. Peeta, um garoto que ajudou sua família no passado, também foi selecionado. Caso vença, terá fama e fortuna. Se perder, morre. Mas para ganhar a competição, será preciso muito mais do que habilidade. Até onde Katniss estará disposta a ir para ser vitoriosa nos Jogos Vorazes?




    Fazia muito tempo que eu queria ler este livro, estava esperando uma promo para comprar o box, e foi no final do ano passado que eu tive a sorte de conseguir.

    Bem, eu já havia assistido ao filme, então a história eu já conhecia, mas confesso que realmente é mil vezes melhor ler. O livro é cheio de detalhes que não aparecem no filme, gostei muito de ler.

    De início minha leitura foi um pouco trancada, mas depois engrenei na leitura. O legal de ter assistido ao filme, foi eu ter na cabeça os personagens e poder ir imaginando a história, ou até mesmo reviver algumas cenas do filme. 

    Fazendo um resumo bem grosso da história, o livro conta sobre uns jogos (achei bem maluco), onde são escolhidos duas pessoas (tributos) de cada distrito e são levados para um lugar onde um irá matar o outro para sobreviver, e no final dos jogos haverá somente um vencedor.

    Gente, eu nunca imaginei que este livro era sobre isso, e quando fui ao cinema assistir fiquei em pânico, sim, eu me apavorei, porque não costumo assistir a filmes como este, mas depois eu adorei a história. Não pelos jogos, porque achei tudo muito maluco, mas pela mensagem em si que a história passa.

    Falando um pouco dos personagens, eu gostei muito da Katniss. Ela é determinada, corajosa e cheia de habilidades. Mas também gostei muito da Rue. Gente, eu me emocionei com esta menina e a amizade entre as duas me comoveu.



     Outra personagem que eu gostei foi da Effie, ela foi me conquistando aos poucos e confesso que no segundo filme ela me ganhou. O que mais me chamou atenção foram seus modelitos, ameii.


              
     (este modelito é do segundo filme, lindoo)

    Imagino que vocês já conheçam a história toda, eu pretendo ler "Em chamas" logo (também já assisti ao filme) e pretendo ler "Esperança" em seguida.



    E vocês, já leram ou assistiram aos filmes? O que acharam?



    Resenha: Jogos Vorazes

    Por as janeiro 15, 2014
    Oi meus amores, tudo bem com vocês? Minhas férias terminaram, as festas de fim de ano passaram, o vestibular da UFRGS (uffa!!) passou...